Se Você Ainda Não Conseguiu, A Culpa É Sua!

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João tem 27 anos e como muitos brasileiros ele deseja se tornar um funcionário público para ter estabilidade financeira e aumentar sua qualidade de vida.

Faz 2 anos que João estuda para concurso público, e apesar de estar cada vez mais perto, ele ainda não conseguiu a tão sonhada aprovação.

Só que quanto mais o tempo passa, mais ansioso e mais difícil é dele conseguir manter o foco em seu objetivo.

Aqui é o André do Você Top e nesse vídeo você verá como contornar uma situação ruim para alcançar seu objetivo desafiador, usando como exemplo a história de João.

Mesmo se você não for concurseiro, peço que acompanhe o vídeo até o final porque tem lições importantes que você pode aplicar em sua vida.

Logo após se formar na faculdade, João começou a trabalhar em tempo integral, saiu da casa dos pais e foi morar sozinho, pagando o aluguel de uma kitnet que cabia em seu orçamento.

Por ter crescido num ambiente em que seus pais passaram por dificuldades financeiras, João entendia bem a importância de ter uma reserva de emergência.

Por isso, ele decide desde o início guardar uma parte de seu salário, para não se arrepender depois e nunca mais passar pelo que viveu quando era mais jovem.

Essa forte lembrança de instabilidade financeira o levou a pensar seriamente sobre ser aprovado em um bom concurso público.

Assim ele conseguiria ter um futuro estável, aumentar sua qualidade de vida e deixar essa lembrança no passado.

Mas o grande problema é que trabalhar em tempo integral consumia praticamente todo o seu dia, sobrando pouco tempo para se preparar e conseguir ser aprovado.

Então só aos 25 anos João decide de uma vez por todas que realmente vai passar e ser aprovado num concurso público.

Com esse objetivo desafiador em mente, ele começou a estudar de forma séria, mesmo ainda trabalhando em tempo integral.

Como no começo tudo é sempre difícil, João teve que otimizar sua rotina para conseguir dar conta do trabalho e ainda estudar todos os dias.

Ele não podia se dar ao luxo de voltar para casa, deitar na cama e maratonar uma série da Netflix.

Ele não tinha mais esse tempo.

Para realmente alcançar seu objetivo desafiador, além de precisar ter foco e energia para conseguir absorver o que estudava, ele precisava dar um jeito de fazer o seu dia render mais nos estudos.

Pensando nisso, João já tinha juntando algum dinheiro com seu trabalho, e após fazer algumas contas descobriu que em breve sua reserva teria dinheiro suficiente para viver por 1 ano sem precisar trabalhar.

Assim ele poderia se dedicar totalmente aos estudos durante 1 ano inteiro, completamente focado em passar num bom concurso público.

Mas para isso ele precisaria viver por 1 ano de forma modesta.

Isso também é uma aposta arriscada para quem busca estabilidade.

Mas se desse certo e ele conseguisse ser aprovado, um futuro bem tranquilo o aguardava.

João passou alguns dias pensando seriamente no assunto, e após fazer e refazer as contas de seu futuro orçamento, ele decidiu que o sacrifício temporário valeria a pena.

Então aos 26 anos, ele largou o emprego.

Agora era hora da verdade e João estava 100% decidido a ser aprovado num bom concurso.

Apesar de seu orçamento não ser suficiente para também pagar um cursinho preparatório, ele havia separado uma parte de sua reserva para comprar os próximos materiais de estudo e assim conseguir se preparar melhor para os concursos que iria prestar aquele ano.

Até aquele momento, João só havia estudado no pouco tempo que tinha e feito alguns simulados, mas ainda não tinha prestado nenhum concurso.

Como agora ele não precisava se preocupar com o trabalho, João mergulhou de cabeça nos estudos.

Analisou o edital do primeiro concurso que iria prestar daqui a 2 meses e começou a se preparar.

No início ele estava bem motivado e chegava a estudar 10 horas por dia.

As vezes até passava disso, chegando em seu limite mental.

Em sua cabeça era tudo muito simples: quanto mais ele estudasse, maiores seriam suas chances de passar.

E além disso ele não tinha tempo a perder, porque seu orçamento duraria apenas 1 ano.

No dia do primeiro concurso, durante a prova ele percebeu que havia várias lacunas em seu conhecimento.

Em algumas questões, ele nem conseguia entender a pergunta.

Nesse concurso sua nota não foi nada boa, mas como estava estudando de forma dedicada a pouco tempo e foi apenas sua primeira prova, então ele achou que não tinha muito com que se preocupar.

Bastava continuar focado nos estudados que as coisas iriam melhorar.

Então nos primeiros 8 meses, João prestou mais alguns concursos, só que não passou em nenhum.

Apesar de sua nota melhorar a cada concurso que prestava, seu progresso não estava de acordo com que havia imaginado.

Agora ele percebeu que só tinha dinheiro para mais 4 meses.

Se ele continuasse assim, além do dinheiro acabar, ele não iria passar em nenhum concurso.

Com essa situação, João começou a ficar mais ansioso.

E para piorar, no próximo concurso que prestou, sua nota ficou abaixo do concurso anterior.

Isso não era um bom sinal.

A motivação inicial havia desaparecido, e o medo de não passar começou a dominar sua mente.

Apesar disso, ele insistiu em seguir seu planejamento até o final.

No dia do último concurso que iria prestar aquele ano, ele pensou:

“Agora é tudo ou nada!”

Quando deu o horário de início da prova, sentiu que aquele seria o dia mais longo da vida dele.

Olhando por fora, parecia que ele sabia o que estava fazendo.

Mas por dentro ele estava desesperado, ansioso, exausto e com muito medo de não passar.

João ficou até o último segundo possível da prova, até que o fiscal disse:

“Acabou o tempo. Entreguem as provas.”

João entregou a prova com aquela cara de acabado, ainda tentando pensar nas questões que estava em dúvida.

Mas agora era tarde demais.

João estava tão cansado que não conseguia mais pensar direito.

Havia meses que ele estava correndo uma maratona a ritmo de 100 metros, e então decidiu descansar por um tempo.

O grande problema é que em 2 semanas seu dinheiro ia acabar, e ao sair o resultado da última prova, descobriu que não passou.

Parecia que todo esforço que João havia feito tinha ido por água abaixo.

Ele não havia sido aprovado em nenhum concurso, estava sem emprego, e não tinha mais dinheiro.

Além disso ele cometeu um erro grave: João não havia planejado o que fazer caso não fosse aprovado.

Então ele não tinha um plano B.

E para piorar, ele estava de volta a instabilidade financeira, exatamente numa situação que nunca mais queria estar.

Mas não adiantava ficar reclamando da vida, ou mesmo culpar os outros, até porque foram as decisões que ele mesmo tomou que o levaram até aqui.

O que João fez não o levou ao seu objetivo desafiador.

Mas porque isso aconteceu?

E como ele poderia contornar essa situação sem jogar fora o progresso que já havia feito?

Para responder isso, existem 2 pontos principais: um específico para concursos e outro mais geral.

O ponto específico é que João cometeu alguns erros em sua busca pela aprovação.

Da forma como estudava matérias diferentes, ele não conseguiu fazer um bom progresso porque mudava o foco da área de estudo todo mês de acordo com a saída de um novo edital.

Quando saia um concurso para área administrativa de um tribunal, ele estudava muito direito.

Depois, ao sair um edital para analista do Banco Central, ele focava seus estudos em economia e matemática financeira.

Isso fez com que o rendimento dele não fosse tão bom quanto poderia ter sido.

Ele precisava determinar uma área em que pretende focar para saber quais são as disciplinas prioritárias que ele deveria estudar, analisar quais são seus pontos fortes e fracos para se planejar melhor.

Então se João quisesse ser aprovado num concurso para a área fiscal.

Exemplos desse tipo de concursos são o de Auditor Fiscal da Receita Federal ou Auditor Fiscal de Tributos Estaduais e Municipais.

Para essa área há uma série de disciplinas que são compartilhadas entre diversos concursos.

Então faz muito sentido João se preparar com antecedência e estudar bastante essas disciplinas, que são por exemplo: direito tributário, contabilidade e auditoria.

Porém, algumas disciplinas serão específicas de acordo com o edital de cada concurso.

Por exemplo, um concurso para o fisco estadual terá como disciplina a legislação tributária específica do ICMS, que é um tributo estadual, enquanto um concurso para o fisco municipal terá como disciplina a legislação tributária específica do ISS, que é um tributo municipal.

Então mesmo que houvesse tempo, o planejamento de João poderia ter dado mais foco às disciplinas básicas durante uma fase mais geral de seus estudos, e quando saísse um edital de um concurso fiscal de seu interesse, seu foco poderia ser estudar por mais tempo de estudo a legislação específica e outras eventuais disciplinas para as quais ainda não estivesse tão preparado.

Além disso, ele também precisava estar mais atento ao tipo de prova.

Se fosse prova de múltipla escolha, ele deveria adotar uma estratégia, mas se fosse uma prova de certo ou errado, em que uma resposta errada anula uma certa, a estratégia e a forma de estudo deveria ser outra.

Algumas bancas organizadoras podem cobrar mais lei seca, enquanto outras podem cobrar mais jurisprudência.

Então a forma de estudo é um fator crucial para ser aprovado, e todos esses fatores deveriam ter sido incluídos no planejamento para aumentar as chances de passar.

Um exemplo de planejamento que João poderia ter utilizado seria o de estudar primeiro a teoria, por meio de livros e a lei seca para as disciplinas básicas de concurso da área fiscal.

Depois, numa segunda fase do estudo, ele daria preferência às provas resolvidas de concursos anteriores, levando em consideração a provável banca organizadora do concurso que pretende prestar.

Isso o auxilia a ser mais específico num tipo de prova, além de ajudar a pegar as manhas e eventuais pegadinhas daquela banca.

Numa terceira fase, João poderia focar em fazer simulados usando provas anteriores das disciplinas principais.

Isso mostra que não basta só estudar muito.

É preciso encaixar as peças da forma certa e na sequência certa.

O segundo ponto que é mais geral se trata de como João poderia contornar essa situação aproveitando todo progresso que havia feito.

E esse é um ponto bem importante porque quando você é uma pessoa determinada, desistir de seu objetivo desafiador não é uma opção.

Sem dinheiro e sem emprego, para João continuar ele basicamente tinha 2 opções: Ou ele arrumava um emprego bem rápido para conseguir pagar as contas, ou ele voltaria a morar com seus pais.

E para João, nenhuma das 2 opções parecia ser boa.

Se ele arrumasse um emprego agora, seria bem improvável que ele conseguisse ser aprovado apenas estudando no pouco tempo que sobrava.

Ele teria que reduzir muito o ritmo de estudo, e assim demoraria muito mais para passar.

E se ele voltasse a morar com seus pais aos 27 anos, perderia sua independência, se sentiria um derrotado, e além disso as pessoas da família e conhecidos poderiam pensar que ele era um fracassado.

Afinal, quem é que tinha 1 ano inteiro de reserva e depois volta sem um centavo para morar com os pais?

Pode parecer uma situação sem saída, porém esse é o ângulo errado de se olhar as coisas.

O objetivo desafiador de João é claro: Ser aprovado num bom concurso público.

E o único jeito disso acontecer sem levar uma década é estudando durante uma boa parte do dia.

Para todo objetivo desafiador existe pelo menos um requisito básico que não pode ser ignorado.

E no caso do concurso, estudar várias horas de forma consistente é um requisito básico que não pode ser ignorado.

Isso significa que das 2 opções que João tem, a única que permitira ele estudar por mais tempo e com muito mais qualidade seria se ele voltasse a morar com os pais.

Mas essa solução não é tão fácil assim.

Como João vem de uma família mais humilde, que passaram por algumas dificuldades financeiras ao longo da vida, seus pais não tem dinheiro sobrando.

Então mesmo se voltasse a morar com eles, ele precisaria ganhar dinheiro de alguma forma para ajudar nas despesas de casa, além de comprar mais materiais de estudo e também pagar as inscrições das provas dos próximos concursos.

E para não ter o problema de arrumar um emprego e sobrar pouco tempo para estudar, João poderia conseguir um trabalho de apenas meio período ou como freelancer.

O maior custo mensal de João era o aluguel, e ao morar com seus pais esse custo seria reduzido para zero.

Então um trabalho desse tipo conseguiria bancar todos os outros custos necessários e ainda sobraria um bom tempo para ele progredir nos estudos.

E com relação aquelas pessoas da família e conhecidos que poderiam pensar que ele era um fracassado ao fazer isso, João poderia simplesmente falar para cada um deles:

“Vai cuidar da sua vida!”

Afinal, eles não vão pagar as contas dele no fim do mês.

Considerando todos esses ajustes, com um bom planejamento e estudando de forma mais inteligente e produtiva, João teria muito mais chances de ser aprovado e finalmente ter a sua estabilidade financeira.

Agora, como você pode tirar proveito dessa história para alcançar o seu objetivo desafiador?

Talvez você esteja olhando por um ângulo que não te ajuda a progredir.

Talvez você não esteja conseguindo encaixar as peças da forma certa e na sequência certa.

Não há uma única resposta, mas há sim um método passo a passo que você pode aplicar de acordo com a sua realidade para alcançar seu objetivo desafiador.

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Um abraço e até a próxima!

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